A baixa produtividade rebanho leiteiro brasileiro tem motivo, e você pode ser o culpado

Investimento em insumos de biotecnologia melhora produtividade e gera ganhos ao produtor

Janeiro/2017

O produtor rural brasileiro não tem o hábito de utilizar insumos produzidos pela indústria de biotecnologia, esses são dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Isso deve explicar, em parte, a baixa produtividade do rebanho bovino brasileiro. Enquanto os Estados Unidos, um dos países com maior produtividade leiteira por animal no mundo, produz cerca de 9.898 quilos de leite/animal/ano, o Brasil produz apenas 1.492 quilos/animal/ano (FAO, 2015). Aliadas à baixa utilização da biotecnologia estão a baixa capacitação dos profissionais ligados ao manejo, a baixa adequação da dieta empregada e a alta incidência de doenças infectocontagiosas.

Os probióticos

Probióticos são suplementos constituídos por microrganismos vivos que equilibram a microbiota do sistema digestivo do animal e aumentam a produtividade de leite, digestibilidade da matéria consumida e capacidade imunológica do animal (Tabela I).

Tabela I – Benefícios da utilização de probióticos na suplementação da dieta de bovinos produtores de leite

Nos últimos doze anos a produtividade leiteira dos EUA dobrou e o uso de probióticos foi crescente nesse período. Hoje, os probióticos fazem parte da dieta de aproximadamente 90% dos rebanhos deste país, enquanto no Brasil a suplementação não atinge 30% do rebanho de bovinos leiteiros.

Os probióticos foram modernizados ao longo dos anos e empresas de biotecnologia brasileiras possuem a capacidade de estudar e desenvolver probióticos específicos para cada rebanho, levando em consideração as necessidades de cada raça, sistemas de criação e objetivos do produtor (aumento de produtividade, melhora imunológica, elementos sólidos do leite...).

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